Briga acaba em morte em Juazeiro do norte/Ceará

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Após sangrenta batalha, nesta segunda-feira (26) Alonso, assim como é chamado o galo, matou Coácoá, seu oponente.

A “briga de galo” como é chamado, apesar de ser proibida no Brasil ainda é muito comum em muitos municípios brasileiros.

O combate é feito por intermédio de seus proprietários, colocam os galos em local onde não consigam fugir, fazendo brigarem até a morte. No mesmo tempo, os donos fazem apostas com várias pessoas, e o vencedor, sai com a bolada em dinheiro.

Há noticias de que são realizados até campeonatos entre os campeões, trazendo inclusive pessoas de outras nacionalidades para o evento.

Quem promove rinhas de galos podem responder criminalmente por maus tratos, sendo até 1 ano de prisão e/ou multa.

André Marcos Silva, promotor de rinhas de galo, pego em Salto/SP no final do ano passado foi sentenciado a R$ 62 mil reais em multa.

 

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